25.11.05

A vida no deserto de Brant Bjork

Essa vai em especial pro Álcio. No LA Weekly, o ex-batera do Kyuss e do Fu Manchu explica sua preferência por sua pequena Joshua Tree; seu amor ao rock do fim dos '60, começo dos '70 – de onde tirou a inspiração para seu novo trabalho, “Saved By Magic”; e dá ainda algumas sapatadas na mercantilização do rock, dominado hoje por um grupo de corporações com "poder e dinheiro para transformar cinco dólares em dez".

Divertidíssimo o trecho sobre a passagem do Kyuss pela Austrália com o Metallica:

Nós [Kyuss] tínhamos sonhos, mas não os levávamos muito a sério. Na primeira vez que fomos a Nova York foi algo como “É isso, conseguimos. Podemos parar agora”. E então a coisa continuava indo cada vez mais. Quando fomos pra Austrália pensávamos “quem vai nos conhecer na Austrália?”. E na primeira noite, havia centenas de pessoas. Ducaralho. Você podia sentir o chão tremer. Na verdade, o operador de som do Metallica chegou na primeira noite e disse para o Hutch [operador do Kyuss]: “vocês terão todo o PA a disposição. Vocês podem detonar. Não se preocupe, cara, está tudo bem”. Hutch olhou pra nós e disse: “Porra: legal!” Na noite seguinte, nós já não tínhamos o PA.
Aqui, a íntegra do texto.

Um comentário:

Alcio disse...

uhahuahuahuahuahua
Excelente!!!!
Gracias!!
Brant Bjork é o cara!!!